Resíduos perigosos
Materiais com características de periculosidade, sujeitos a avaliação técnica, acondicionamento e documentação compatíveis.
Atendimento em todo o estado do Rio de Janeiro, com operação licenciada, controle de transporte, rastreabilidade e documentação ambiental aplicável.
Atendimento autorizado em todo o território estadual, com planejamento técnico, veículos autorizados, rastreamento e documentação aplicável.
A LO IN102770 autoriza a coleta e o transporte rodoviário de resíduos em todo o estado do Rio de Janeiro e permanece vigente durante a análise da renovação tempestiva.
A operação é planejada conforme a caracterização do resíduo, as condições de acondicionamento, o veículo autorizado, a rota e o destino aplicável.
O controle documental relaciona o MTR, os registros de recebimento e a documentação de destinação conforme cada fluxo.
O enquadramento definitivo depende da caracterização, origem, acondicionamento e rota de destinação.
A licença contempla resíduos industriais Classes I, IIA e IIB, resíduos urbanos e comerciais, resíduos de serviços de saúde dos Grupos A, B, D e E, resíduos da construção civil Classes A, B, C e D e materiais recicláveis.
A operação utiliza veículos autorizados, rastreamento e procedimentos de resposta a emergências, conforme as condicionantes aplicáveis.
Um fluxo definido reduz riscos e mantém a documentação vinculada à operação.
O MTR acompanha o transporte; o RR registra o recebimento; e o CDF comprova a destinação final quando aplicável. Os controles relacionam gerador, resíduo, peso, transporte, recebimento e destino.
RESÍDUOS CONTEMPLADOS
O enquadramento definitivo depende da caracterização do resíduo, da origem, do acondicionamento e da rota de destinação. A licença de transporte contempla as categorias abaixo.
Materiais com características de periculosidade, sujeitos a avaliação técnica, acondicionamento e documentação compatíveis.
Resíduos não inertes e inertes, conforme a nomenclatura expressa na licença ambiental da operação.
Resíduos sólidos urbanos e de estabelecimentos comerciais ou prestadores de serviços.
Grupos A, B, D e E, mediante análise prévia e condições adequadas para cada grupo.
Classes A, B, C e D previstas no escopo da licença de transporte.
Coleta e encaminhamento conforme a classificação, o potencial de recuperação e o destino aprovado.
Aceite sujeito à avaliação: o nome do material, sozinho, não define a rota. Antes da coleta, a equipe avalia composição, quantidade, embalagem, riscos e documentação disponível.
PROCESSO
Um fluxo claro reduz riscos, evita incompatibilidades e mantém a documentação ligada à operação.
O cliente informa origem, tipo, estado físico, quantidade estimada e local da coleta.
São definidos acondicionamento, veículo, rota, requisitos de segurança e destino aplicável.
O gerador emite o MTR aplicável e a movimentação é executada com veículos autorizados e rastreamento on-line, conforme as condicionantes.
Pesos, manifestos e registros são conciliados com o recebimento, beneficiamento ou destino definido.
CONTROLE DOCUMENTAL
Cada operação deve preservar a ligação entre o gerador, o transportador, o receptor e o destinador. Os documentos variam conforme o tipo de resíduo e a rota aprovada.
A autorização de transporte possui abrangência estadual. A disponibilidade operacional, o prazo e a composição logística são avaliados para cada solicitação.
A unidade de Japeri possui licença própria para atividades de recebimento, armazenamento, beneficiamento e preparação de resíduos dentro do escopo autorizado.
AVALIAÇÃO TÉCNICA
Estas informações ajudam a equipe técnica a definir o atendimento adequado.
Descrição, origem do processo, estado físico e classificação disponível.
Volume ou peso estimado e frequência prevista para a coleta.
Cidade, condições de acesso e forma atual de acondicionamento.
Sim. Essas classes constam do escopo da LO IN102770. O aceite de cada material depende de caracterização e análise técnica prévia.
Não. A licença de transporte abrange todo o território do estado do Rio de Janeiro.
No fluxo regular, o gerador emite o MTR no sistema aplicável. O destinador final emite o CDF após realizar a destinação. A All Facilities confere e mantém os registros relacionados à etapa sob sua responsabilidade.
A classificação deve seguir a legislação, a edição aplicável da ABNT NBR 10004, os dados técnicos do material e o licenciamento vigente. Exemplos comerciais não substituem a caracterização técnica.
A solução pode incluir encaminhamento para tratamento, beneficiamento ou destinação definida. A proposta identifica as etapas executadas diretamente e os destinadores licenciados envolvidos.
A urgência, a disponibilidade e os requisitos de segurança precisam ser avaliados antes da confirmação do atendimento.
Envie tipo aproximado, quantidade, cidade e condições de acondicionamento. O enquadramento e o orçamento serão confirmados após a análise.